Adtile põe publicidade a mexer. Literalmente.

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Não vale a pena estar com rodeios: publicidade é aborrecida.

Bem sei que contra mim falo, mas essa é a minha natureza. Eu sou o marketeer que deita fora os panfletos imediatamente a seguir a recebê-los na rua com um sorriso, que desliga o telemóvel na cara dos telemarketers, que usa adblock no youtube, e que mete a televisão em silêncio no intervalo (estou a brincar – eu nem sequer vejo televisão).

Ciência? Arte? Definições abundam, mas ROI não se faz com definições. O que a publicidade é, ou o se tornou na maioria dos casos, é aborrecida.

Pior: inconsequente.

Sim, há anúncios memoráveis, apelativos e outros tantos merecedores dos mais diversos adjetivos, mas numa guerra pela atenção do consumidor, o espetacular tem de ser consistentemente superado e acaba por se tornar, inevitavelmente, banal. Publicidade que mexe connosco é coisa do passado.

Mas publicidade em que se pode mexer…

A Adtile, mais uma high-tech do Silicon Valley, tenciona revolucionar a comunicação empresarial 1 para 1 tirando total partido das capacidades dos smartphones (finalmente). A ideia é não tratar o potencial consumidor como um espantalho (eu sei – revolucionário) e utilizar formas interactivas de comunicar valor, começando a vislumbrar as potencialidades ainda não utilizadas do mobile marketing.

Nils Forsblom, o CEO da Adtile, diz que a ideia é criar pequenos momentos divertidos, como num jogo, em que a interatividade será o principal impulsionador da ação (de compra evidentemente) proporcionando muito maior utilidade e funcionalidade do que um anúncio tradicional, como uma simples imagem ou um gif. A Adtile tenciona também incluir funcionalidades location-based para comunicar valor onde e quando este seja mais pertinente. Valor contextual.

Mudam os media e as TI, mudam as vontades e comportamentos do consumidor, a comunicação empresarial também tem de evoluir.

Abraçar os novos paradigmas mobile é definitivamente um passo na direção certa.

Tiago Fernandes

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